quinta-feira, 21 de junho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

NOSSOS ATLETAS PARAOLÍMPICOS EM LONDRES - 2012


A delegação brasileira contará com 181 atletas nos Jogos Paraolímpicos de Londres. (Dados  do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em 1 de junho de 2012)
Na última participação, em Pequim 2008, representaram o Brasil 188 atletas em 17 modalidades. Na ocasião, o Brasil conquistou  47 medalhas, sendo 17 ouros, 14 pratas e 16 bronzes. O Brasil contará com representantes em dezenove dos vinte esportes paralímpicos e a expectativa é conquistar o sétimo lugar na classificação geral. São esperados cerca de 150 países e mais de cinco mil atletas em Londres.
A delegação brasileira, como um todo, terá 313 participantes. Por modalidade teremos:

Atletismo – 35 atletas (24 no masculino e 11 no feminino)


Basquete em Cadeira de Rodas – 12 atletas (feminino)


Bocha – 7  atletas





Daniele Martins BC3 (MG)
Dirceu Pinto BC4 (SP)
Eliseu Santos BC4 (PR)
José Carlos Chagas BC1 (MG)
Luiza Lisboa BC2 (SP)
Maciel Santos BC2 (SP)
Natali Mello BC2 (SP)

Ciclismo – 2  atletas


Esgrima em Cadeira de Rodas – 1  atleta
Jovane Guissone (RS)

Futebol de Cinco – 10  atletas


Cássio Lopes dos Reis (BA)
Daniel Dantas da Silva (PB)
Emerson de Cavalho (SP)
Fábio Luis Ribeiro de Vasconcelos (PB)
Glédson da Paixão Barros (BA)
Jeferson da Conceição Gonçalves (BA)
Marcos José Alves Felipe (PB)
Raimundo Nonato Alves Mendes (PE)
Ricardo Steinmetz Alves (RS)
Severino Gabriel da Silva (PB)
Atleta convocado como suplente: Marcos Rogério Pinheiro Barros (MA)

Futebol de Sete – 12 atletas

Goalball – 12 atletas (seis no masculino e seis no feminino)






Halterofilismo – 5 atletas
Alexander Whitaker (SP)
Josilene Ferreira (GO)
Bruno Carra (SP)
Rodrigo Marques (MG)
Márcia Menezes (PR)

Hipismo – 4  atletas

Marcos Alves (DF)
Sérgio Oliva (DF)
Vera Mazzilli (DF)
Davi Salazar (DF)

Judô – 10 atletas (cinco no masculino e seis no feminino)


Natação – 20 atletas (14 no masculino e seis no feminino)


Remo – 8  atletas

Single Skiff   Masculino AS
Double Skiff   Misto TA

4 com LTA  Misto (com guia)
Single Skiff  Feminino AS

Tênis de mesa – 14  atletas
MASCULINO
Classe 2: Ronaldo Souza e Iranildo Espíndola (DF)
Classe 3: Welder Knaf (PR)
Classe 4: Ezequiel Babes (PR)
Classe 5: Claudiomiro Segatto (PR)
Classe 6: Carlo di Franco Michell (MG)
Classe 8: Paulo Salmin Filho (SP)
Classe 10: Carlos Alberto Carbinatti (SP)
Classe 11: Lucas Maciel (SP)

FEMININO
Classe 4: Joyce Oliveira (SP)
Classe 5: Maria Luiza Passos (PR)
Classe 8: Jane Karla Rodrigues (GO)
Classe 10: Bruna Alexandre (SP)
Classe 11: Iliane Faust (PR)

Tênis em Cadeira de Rodas






Daniel Rodrigues (MG)
Carlos Santos (DF)
Rafael Medeiros (MG)
Maurício Pomme (SP)

Tiro Esportivo – 1 atleta



Vela – 2  atletas




Bruno Neves (SP)
Elaine Cunha (SP)

Vôlei Sentado – 22 atletas (11 no masculino e 11 no feminino)



DELEGAÇÃO TOTAL: 313



Os atletas que ainda não conquistaram índice  para os Jogos de Londres no Atletismo e na Natação ainda terão uma chance na primeira Etapa Nacional do Circuito Loterias Caixa, nos dias 16 e 17 de junho, em São Paulo.

Com um recorde de 101 países, o Atletismo terá 1.100 atletas: 740 no masculino e 360 no feminino. De acordo com o diretor do Atletismo no IPC, Ed Warner, mais de 1.782 atletas atingiram o índice de qualificação para os Jogos. A modalidade terá 170 provas (103 no masculino e 67 no feminino) disputadas do dia 30 de agosto a 9 de setembro, encerrando com a maratona que terá a linha de chegada armada em frente ao Palácio de Buckingham.

A definição do número de vagas para cada país foi baseada nos resultados do Mundial de Atletismo na Nova Zelândia em 2011, além do método de alocação de AQS com os resultados de competições reconhecidas pelo IPC entre 1º de dezembro de 2010 a 20 de maio de 2012 e convite bipartite – para atletas de alto nível técnico e excelentes resultados que não tiveram a oportunidade de se qualificar para Londres 2012.

Londres 2012 será a maior edição dos Jogos Paralímpicos, com recorde de 4.200 atletas de 165 países competindo em 20 modalidades esportivas. O Brasil competirá pela primeira vez em 18, ficando de fora apenas do Rugby em Cadeira de Rodas e Tiro com Arco.



Fonte: CPB – Comitê Paraolímpico Brasileiro
http://www.cpb.or

domingo, 27 de maio de 2012

OBJETIVOS DO MILÊNIO



Em 2000, a ONU – Organização das Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8 Objetivos do Milênio – ODM, que no Brasil são chamados de 8 Jeitos de Mudar o Mundo – que devem ser atingidos por todos os países até 2015.

Juntos nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade, a nossa cidade, o nosso país.

A REDE BRASIL VOLUNTÁRIO, que congrega centros de voluntariado de todo o Brasil, consciente da importância desse projeto, criou este site para estimular debates e propiciar o conhecimento e o engajamento de todos os interessados em participar de ações, campanhas e projetos de voluntariado que colaborem com os ODM.

Aqui você encontra exemplos de como muitos já estão contribuindo para que o Brasil alcance esses objetivos. Para mais informações sobre os 8 Jeitos de Mudar o Mundo, entre em contato com o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento pelos sites www.pnud.org.br ou www.portalodm.com.br .

1. ACABAR COM A FOME E A MISÉRIA

BRASIL: Já foi cumprido o objetivo de reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza até 2015: de 25,6% da população em 1990 para 4,8% em 2008.
Mesmo assim, 8,9 milhões de brasileiros ainda tinham renda domiciliar inferior a US$ 1,25 por dia até 2008. Para se ter uma idéia do que isso representa em relação ao crescimento populacional do país, em 2008, o número de pessoas vivendo em extrema pobreza era quase um quinto do observado em 1990 e pouco mais do que um terço do valor de 1995.
Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar por dia e a proporção da população que sofre de fome.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Procurar informações sobre direitos e deveres dos cidadãos, para divulgá-los na comunidade e fiscalizar os órgãos competentes.

Atuar como capacitador voluntário, promovendo orientação profissional para os pequenos negócios do bairro.

Elaborar e distribuir material orientando sobre o que é uma boa alimentação.

Organizar e promover atividades de educação alimentar, visando o aproveitamento integral dos alimentos.

Aproveitar ao máximo os alimentos, cuidando de sua correta conservação, usando receitas alternativas e promovendo o não desperdício.

Fazer um Mural da Cidadania em escolas e locais públicos. Pesquisar e divulgar ofertas de trabalho, cursos de capacitação profissional e geração de renda e serviços à comunidade (saúde, documentos, previdência, bolsa-família, etc).

Formar um grupo de mães de alunos que ensinem o melhor aproveitamento dos alimentos, para evitar desperdícios.

Monitorar a merenda escolar e comunicar qualquer irregularidade ao Conselho de Alimentação Escolar, ao Ministério Público ou ao Ministério da Educação pelo telefone gratuito 0800 61 6161.

Buscar parcerias que ajudem a enriquecer a alimentação oferecida por escolas e organizações sociais.

Fazer uma horta caseira e incentivar os vizinhos e as escolas do bairro a fazerem o mesmo.

Sensibilizar supermercados, restaurantes e quitandas para o não desperdício, informando-os sobre locais para onde podem ser encaminhados os alimentos excedentes.

Valorizar o desenvolvimento local, comprando e promovendo o uso de produtos do comércio solidário.

2. EDUCAÇÃO BÁSICA DE QUALIDADE PARA TODOS

BRASIL: Os dados do 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM são de 2008: 94,9% das crianças e jovens entre 7 e 14 anos estão matriculados no ensino fundamental.
Nas cidades, o percentual chega a 95,1%. O objetivo de universalizar o ensino básico de meninas e meninos foi praticamente alcançado, mas as taxas de frequência ainda são mais baixas entre os mais pobres e as crianças das regiões norte e nordeste. Outro desafio é com relação à qualidade do ensino recebida.
Garantir que, até 2015, todas as crianças, de ambos os sexos, tenham recebido educação de qualidade e concluído o ensino básico.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Falar com os diretores das escolas e se oferecer como voluntário, pois com certeza saberão aproveitar sua disponibilidade.

Identificar os alunos que estão faltando muito às aulas e incentivá-los a voltar a freqüentar a escola.

Mostrar que atividades recreativas e esportivas também são educativas. Disciplina, respeito e cooperação podem ser reforçados nesses momentos.

Organizar ou participar de campanhas de doação de livros e de materiais didáticos para instituições e bibliotecas.

Fazer e manter uma biblioteca alegre e acolhedora, e mostrar que a leitura é um prazer.

Acolher e respeitar os alunos especiais, além de denunciar professores e escolas que não promovam a inclusão dos portadores de deficiências.

Identificar crianças fora da escola e encaminhá-las para o ensino, além de denunciar o fato ao Conselho Tutelar da cidade.

Fazer o acompanhamento de uma criança incentivando-a e monitorando seu desempenho.

Participar do Conselho Escolar e acompanhar o desempenho da escola.

Organizar aulas de reforço escolar para estudantes com dificuldades de aprendizagem.

Fazer um levantamento dos analfabetos em seu bairro e incentivá-los a freqüentar um curso de alfabetização.

Incentivar a criação e o trabalho voluntário em creches para crianças de 0 a 4 anos.

  3  . IGUALDADE ENTRE SEXOS E VALORIZAÇÃO DA MULHER

    BRASIL: As mulheres já estudam mais que os homens, mas ainda têm menos chances de emprego, recebem menos do que homens trabalhando nas mesmas funções e ocupam os piores postos. Em 1998, 52,8% das brasileiras eram consideradas economicamente ativas, comparadas a 82% dos homens. Em 2008, essas proporções eram de 57,6% e 80,5%. A participação nas esferas de decisão ainda é pequena. Em 2010, elas ficaram com 13,6% dos assentos no Senado, 8,7% na Câmara dos Deputados e 11,6% no total das Assembleias Legislativas.

Eliminar a disparidade entre os sexos no ensino em todos os níveis de ensino, no mais tardar até 2015.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Visitar a câmara municipal, entrevistar as vereadoras e conhecer suas propostas para ajudar as mulheres de sua cidade.

Divulgar que existem, nas grandes cidades, centros de atendimento para mulheres, onde elas podem denunciar a violência e ter um acompanhamento físico e psicológico.

Identificar e divulgar novas oportunidades de trabalho para mulheres.

Incentivar ações que estimulem as mulheres a buscar alternativas de geração de renda.

Educar filhos e filhas para que eles realizem, com igualdade, o trabalho do dia a dia em casa.

Não reproduzir expressões como “isso é coisa de mulher”, que sejam contra a dignidade da mulher ou que a coloquem em situação de inferioridade.

Denunciar casos de violência, abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes pelo telefone gratuito 0800 99 0500 ou procurar o Conselho Tutelar da cidade. Nos casos de agressão física e de violência sexual contra mulheres, ligar para o telefone gratuito do Disque Denúncia da Polícia Civil 0800 84 29 99 (RN).

Não empregar crianças, para não prejudicar seu desenvolvimento ou comprometer sua infância, e denunciar os casos conhecidos de trabalho infantil para a Delegacia Regional do Trabalho.

Não valorizar e não comprar produtos que explorem o corpo da mulher em sua comercialização, exigindo o cumprimento da regulamentação publicitária e fortalecendo o senso critico da sociedade.

Atuar em atividades em prol da melhoria da auto-estima das mulheres, promovendo a valorização e o respeito em todas as fases do seu ciclo de vida (infância, adolescência, gravidez, maternidade, velhice).

Encorajar as jovens para que busquem seu desenvolvimento socioeconômico, por meio da educação e do trabalho.

Incentivar adolescentes mães a retomarem seu projeto de vida, combatendo qualquer situação que dificulte seu acesso às escolas públicas.

4. REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL

    BRASIL: A mortalidade de crianças com menos de um ano foi de 47,1 óbitos por mil nascimentos, em 1990, para 19 em 2008. Até 2015, a meta é reduzir esse número para 17,9 óbitos por mil. A expectativa é de que esse objetivo seja cumprido ainda antes do prazo, mas a desigualdade ainda é grande: crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer do que as ricas, e as nascidas de mães negras e indígenas têm maior taxa de mortalidade. Por região, o Nordeste apresentou a maior queda nas mortes de zero a cinco anos.

Reduzir em dois terços, até 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Fazer campanhas para mostrar:

    * Como as vacinas protegem o bebê;
    * Como a higiene pode evitar algumas doenças;
    * Nutrição adequada para o bebê;
·         Importância do aleitamento materno.

5. MELHORAR A SAÚDE DAS GESTANTES

BRASIL: Foi registrada uma redução na mortalidade materna, desde 1990, de praticamente 50%. A Razão de Mortalidade Materna (RMM) corrigida para 1990 era de 140 óbitos por 100 mil nascidos, enquanto em 2007 declinou para 75 óbitos. O relatório explica que a melhora na investigação dos óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos de idade), que permite maior registro dos óbitos maternos, possivelmente contribuiu para a estabilidade da RMM observada nos últimos anos da série.

Reduzir em três quartos, até 2015, a taxa de mortalidade materna. Deter o crescimento da mortalidade por câncer de mama e de colo de útero.

 SUGESTÕES DE AÇÕES:

Fazer campanhas sobre:
-Planejamento familiar.
-Prevenção do câncer de mama e de colo de útero.
-Gravidez de risco.
-A importância do exame pré-natal.
-Nutrição da mãe e aleitamento materno.

Não se automedicar e não receitar remédios para gestantes.

Propiciar um ambiente agradável, afetivo e pacífico às gestantes em casa, no trabalho, no dia a dia, dando prioridade a elas, cedendo a vez em filas, auxiliando-as em seu deslocamento e no carregamento de pacotes.

Presentear uma grávida em situação de desvantagem social com um enxoval para seu bebê.

Acompanhar uma gestante, garantindo a realização do pré-natal, oferecendo transporte para as consultas e facilitando a aquisição de medicamentos, quando necessário.

Divulgar informações sobre saúde para gestantes e articular palestras em Postos de Saúde, Centros Comunitários e instituições como a Pastoral da Criança.

Participar de iniciativas comunitárias voltadas para a melhoria da saúde materna e o atendimento à gestante (pré-natal e pós-parto).

Incentivar o debate entre a universidade, a escola e a comunidade.

Reunir mulheres grávidas para troca de experiências.

Incentivar a educação para gestantes.

6. COMBATER A AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS

    BRASIL: O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a proporcionar acesso universal e gratuito para o tratamento de HIV/AIDS na rede de saúde pública. Quase 200 mil pessoas recebem tratamento com antirretrovirais financiados pelo governo. A sólida parceria com a sociedade civil tem sido fundamental para a resposta à epidemia no país.

De acordo com o UNAIDS, a prevalência de HIV no Brasil é de 0,5%, com cerca de 600 mil pessoas infectadas.
Até 2015, ter detido a propagação do HIV/Aids e garantido o acesso universal ao tratamento. Deter a incidência da malária, da tuberculose e eliminar a hanseníase.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Fazer visitas domiciliares para mostrar os locais que podem favorecer a dengue, principalmente no verão, época de epidemias de dengue.

Incentivar a população a participar das campanhas de vacinação.

Fazer campanhas de informação, mobilização e prevenção à Aids e de outras doenças epidêmicas.

Divulgar informações sobre todas as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), na comunidade. Orientar sobre sintomas e busca de tratamento médico.

Fazer levantamento sobre os serviços disponíveis – remédios, postos de saúde, centros de atendimento.

Cuidar de nossa higiene, e incentivar e orientar que outros façam o mesmo.

Usar preservativo, exigir sangue testado e não compartilhar seringas e agulhas, prevenindo-se do HIV.

Procurar um posto de saúde ao identificar manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, dormentes na pele. Hanseníase tem cura.

Doar sangue periodicamente aos hemocentros e estimular que outras pessoas o façam.

Não deixar acumular água em plantas, vasos, calhas, pneus, vidros e outros recipientes, evitando que surjam focos do mosquito transmissor da dengue em casa, na rua, no bairro.

Encaminhar as pessoas com febre e tosse persistentes ao serviço de saúde, além de orientar os portadores de tuberculose para que façam o tratamento completo – mesmo que não apresentem mais os sintomas da doença.

Sensibilizar familiares e amigos a não estimularem o consumo de bebida alcoólica por crianças e adolescentes, contribuindo para prevenir o alcoolismo e suas conseqüências.

Identificar, na família e na comunidade, pessoas que fazem uso abusivo de álcool, encaminhando-as aos serviços de saúde para tratamento médico e apoio psicossocial.

Incentivar o debate entre a universidade, as escolas e a comunidade para atingir mais amplamente esse objetivo.

7. QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AO MEIO AMBIENTE

BRASIL: O país reduziu o índice de desmatamento, o consumo de gases que provocam o buraco na camada de ozônio e aumentou sua eficiência energética com o maior uso de fontes renováveis de energia. Acesso à água potável deve ser universalizado, mas a meta de melhorar condições de moradia e saneamento básico ainda depende dos investimentos a serem realizados e das prioridades adotadas pelo país. O ODM 7 é considerado por muitos como um dos mais complexos para o país, principalmente na questão de acesso aos serviços de saneamento básico em regiões remotas e nas zonas rurais.

Promover o desenvolvimento sustentável, reduzir a perda de diversidade biológica e reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população sem acesso a água potável e esgotamento sanitário.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Fazer campanhas de uso racional de água e energia.

Plantar árvores nas ruas é muito importante, porém é preciso pedir licença à prefeitura e aos moradores.

Implementar a coleta seletiva nas escolas, no condomínio ou no bairro e divulgar o benefício de produtos biodegradáveis ou recicláveis.

Realizar mutirões de limpeza e rearborização de praças, rios e lagos.

Contribuir com a limpeza da cidade, praticando ações simples como não acumular lixo em casa, ruas, terrenos, praias, rios e mares. Não jogar lixo pela janela.

Não fumar em ambientes públicos fechados.

Utilizar a água que sobrou da chaleira, do cozimento de ovos e da lavagem de vegetais para aguar plantas. Armazenar água da chuva, em recipientes fechados, para lavar carros e calçadas, economizando água – recurso natural limitado – nas ações cotidianas.

Diminuir o uso de energia elétrica entre 6 e 9 horas da noite. Desligar aparelhos que não estão sendo usados, economizando e evitando a falta de energia elétrica.

Economizar papel. Imprimir apenas documentos importantes e procurar usar os dois lados da folha. O verso de uma folha pode ser usado como rascunho, bloco de recados ou para os desenhos das crianças.

Participar de ações de preservação e defesa de mangues, rios e mares.

Participar de projetos sociais para construção de cisternas e casas com esgotamento sanitário para famílias de baixa renda, em áreas urbanas ou rurais.

Incentivar o uso de sacolas reutilizáveis para compras.

Incentivar o uso de produtos feitos com material reciclado.

8. TODO MUNDO TRABALHANDO PELO DESENVOLVIMENTO

BRASIL: O Brasil foi o principal articulador da criação do G-20 nas negociações de liberalização de comércio da Rodada de Doha da Organização Mundial de Comércio.

Também se destaca no esforço para universalizar o acesso a medicamentos para a Aids.

O país é pró-ativo e inovador na promoção de parcerias globais usando a cooperação sul-sul como veículo.
Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial e financeiro não discriminatório. Tratar globalmente o problema da dívida dos países em desenvolvimento. Formular e executar estratégias que ofereçam aos jovens um trabalho digno e produtivo. Tornar acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial de informação e de comunicações.

SUGESTÕES DE AÇÕES:

Escolher temas de interesse comum e promover encontros entre escola e comunidade e organizações sociais – é fundamental continuar aprendendo coisas novas sempre.

Organizar o grêmio da escola que pode desenvolver vários cursos como inclusão digital e geração de renda.

Divulgar o que já está sendo feito pela comunidade, no jornal da escola, do condomínio ou do bairro– nada melhor do que compartilhar experiências.

Convidar amigos, vizinhos, empresas e instituições a participarem. Enquanto o seu grupo faz uma ação, muitos outros também estão fazendo a sua parte. O sucesso de um projeto de voluntariado depende das pessoas envolvidas e das parcerias realizadas.

Não votar em candidatos que ofereçam, em troca de votos, favores como emprego, dinheiro, cestas básicas, consultas médicas etc.

Fiscalizar a atuação dos políticos, exigindo que eles cumpram as promessas de campanha.

Exercer o dever de cidadão, participando ativamente do planejamento da cidade – por meio do Orçamento Participativo, do Plano Diretor ou dos Conselhos Municipais.

Participar de discussões e projetos em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), incentivando o engajamento de outras pessoas, organizações e empresas.

Formar parcerias com setor público, empresas, associações e conselhos, a fim de resolver os problemas mais relevantes do bairro.

Sensibilizar o Conselho de Bairro para que reivindique o acesso a medicamentos seguros e a preços acessíveis.

Sensibilizar o Conselho de Bairro para que reivindique o acesso à Internet e a outros meios de comunicação, além de se disponibilizar para projetos de inclusão digital voltados para jovens em situação de desvantagem social.

Promover ações voluntárias na comunidade, contribuindo para o desenvolvimento urbano e para o alcance dos Objetivos do Milênio.

Mais detalhes aqui: http://www.objetivosdomilenio.org.br

segunda-feira, 21 de maio de 2012

PARAOLIMPÍADAS 2012

De 29 de agosto a 09 de setembro de 2012 na cidade de Londres acontecerá a 14ª edição dos jogos Paraolímpicos. E dessa vez, com maior participação: 165 países, 19 a mais que a última edição em Pequim 2008, participarão dos jogos. Da mesma forma, o número de atletas também cresceu em quase 10%, com a participação de aproximadamente 4.200 competidores.
.Em 12 anos, desde a primeira edição dos Jogos, a competição contou com 400 atletas de 23 países em oito modalidades, em Roma, Itália. A partir de 1960, as Paralimpíadas passaram a acontecer a cada quatro anos, com crescimento do número de participantes e aumento do nível técnico. Desde Seul 1988 os Jogos Paralímpicos começaram a ser realizados nas mesmas cidades e locais das Olimpíadas, uma tendência que continuará pelo menos até 2020.
Dezesseis países irão estrear nos Jogos de Londres: Antígua e Barbuda, Brunei, Camarões, Comores, Djibuti, República Democrática do Congo, Gâmbia, Guiné-Bissau, Libéria, Malawi, Moçambique, Coréia do Norte, San Marino, Ilhas Salomão, Trinidad e Tobago e Ilhas Virgens dos Estados Unidos.
Até o momento, o País tem 135 vagas em 18 modalidades. As mulheres terão peso na participação brasileira em Londres. Já são 56 e o número deve aumentar ainda mais. O Vôlei Sentado Feminino fará sua estreia na competição e o Basquete em Cadeira de Rodas terá representação apenas feminina. Outra equipe formada por mulheres é a do Goalball, prata nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011. Também estreante, Elaine Cunha, será a primeira mulher a representar o Brasil na Vela.
Os atletas paraolímpicos participarão de 15 modalidades: Atletismo,

* Atletismo * Basquetebol * Bocha * Ciclismo * Esgrima * Futebol de 5 * Futebol de 7 * Goalball
* Hipismo * Judô * Levantamento de peso * Natação * Remo * Rugby * Tênis * Tênis de mesa
* Tiro * Tiro com Arco * Vela * Voleibol