sábado, 30 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
NOSSOS ATLETAS PARAOLÍMPICOS EM LONDRES - 2012
A delegação brasileira contará
com 181 atletas nos Jogos Paraolímpicos de Londres. (Dados do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em 1
de junho de 2012)
Na última participação, em
Pequim 2008, representaram o Brasil 188 atletas em 17 modalidades. Na ocasião,
o Brasil conquistou 47 medalhas, sendo
17 ouros, 14 pratas e 16 bronzes. O Brasil contará com representantes em
dezenove dos vinte esportes paralímpicos e a expectativa é conquistar o sétimo
lugar na classificação geral. São esperados cerca de 150 países e mais de cinco
mil atletas em Londres.
A delegação brasileira, como um
todo, terá 313 participantes. Por modalidade teremos:
Atletismo – 35 atletas (24 no
masculino e 11 no feminino)
Basquete em Cadeira de Rodas –
12 atletas (feminino)
Bocha – 7 atletas
Daniele Martins BC3 (MG)
Dirceu Pinto BC4 (SP)
Eliseu Santos BC4 (PR)
José Carlos Chagas BC1 (MG)
Luiza Lisboa BC2 (SP)
Maciel Santos BC2 (SP)
Natali Mello BC2 (SP)
Ciclismo – 2 atletas
Esgrima em Cadeira de Rodas –
1 atleta
Jovane Guissone (RS)
Futebol de Cinco – 10 atletas
Cássio Lopes dos Reis (BA)
Daniel Dantas da Silva (PB)
Emerson de Cavalho (SP)
Fábio Luis Ribeiro de
Vasconcelos (PB)
Glédson da Paixão Barros (BA)
Jeferson da Conceição Gonçalves
(BA)
Marcos José Alves Felipe (PB)
Raimundo Nonato Alves Mendes
(PE)
Ricardo Steinmetz Alves (RS)
Severino Gabriel da Silva (PB)
Atleta convocado como suplente:
Marcos Rogério Pinheiro Barros (MA)
Futebol de Sete – 12 atletas
Goalball – 12 atletas (seis no
masculino e seis no feminino)
Alexander Whitaker (SP)
Josilene Ferreira (GO)
Bruno Carra (SP)
Rodrigo Marques (MG)
Márcia Menezes (PR)
Marcos Alves (DF)
Sérgio Oliva (DF)
Vera Mazzilli (DF)
Davi Salazar (DF)
Judô – 10 atletas (cinco no
masculino e seis no feminino)
Natação – 20 atletas (14 no
masculino e seis no feminino)
Remo – 8 atletas
Single Skiff Masculino AS
Double Skiff Misto TA
4 com LTA Misto (com guia)
Single Skiff Feminino AS
Tênis de mesa – 14 atletas
MASCULINO
Classe 2: Ronaldo Souza e
Iranildo Espíndola (DF)
Classe 3: Welder Knaf (PR)
Classe 4: Ezequiel Babes (PR)
Classe 5: Claudiomiro Segatto
(PR)
Classe 6: Carlo di Franco
Michell (MG)
Classe 8: Paulo Salmin Filho
(SP)
Classe 10: Carlos Alberto
Carbinatti (SP)
Classe 11: Lucas Maciel (SP)
FEMININO
Classe 4: Joyce Oliveira (SP)
Classe 5: Maria Luiza Passos
(PR)
Classe 8: Jane Karla Rodrigues
(GO)
Classe 10: Bruna Alexandre (SP)
Classe 11: Iliane Faust (PR)
Tênis em Cadeira de Rodas
Daniel Rodrigues (MG)
Carlos Santos (DF)
Rafael Medeiros (MG)
Maurício Pomme (SP)
Tiro Esportivo – 1 atleta
Vela – 2 atletas
Bruno Neves (SP)
Elaine Cunha (SP)
Vôlei Sentado – 22 atletas (11
no masculino e 11 no feminino)
DELEGAÇÃO TOTAL: 313
Os atletas que ainda não
conquistaram índice para os Jogos de
Londres no Atletismo e na Natação ainda terão uma chance na primeira Etapa
Nacional do Circuito Loterias Caixa, nos dias 16 e 17 de junho, em São Paulo.
Com um recorde de 101 países, o
Atletismo terá 1.100 atletas: 740 no masculino e 360 no feminino. De acordo com
o diretor do Atletismo no IPC, Ed Warner, mais de 1.782 atletas atingiram o
índice de qualificação para os Jogos. A modalidade terá 170 provas (103 no
masculino e 67 no feminino) disputadas do dia 30 de agosto a 9 de setembro,
encerrando com a maratona que terá a linha de chegada armada em frente ao
Palácio de Buckingham.
A definição do número de vagas
para cada país foi baseada nos resultados do Mundial de Atletismo na Nova
Zelândia em 2011, além do método de alocação de AQS com os resultados de
competições reconhecidas pelo IPC entre 1º de dezembro de 2010 a 20 de maio de
2012 e convite bipartite – para atletas de alto nível técnico e excelentes
resultados que não tiveram a oportunidade de se qualificar para Londres 2012.
Londres 2012 será a maior edição
dos Jogos Paralímpicos, com recorde de 4.200 atletas de 165 países competindo
em 20 modalidades esportivas. O Brasil competirá pela primeira vez em 18,
ficando de fora apenas do Rugby em Cadeira de Rodas e Tiro com Arco.
Fonte:
CPB – Comitê Paraolímpico Brasileiro
http://www.cpb.or
http://www.cpb.or
domingo, 27 de maio de 2012
OBJETIVOS DO MILÊNIO
Em 2000, a ONU – Organização das
Nações Unidas, ao analisar os maiores problemas mundiais, estabeleceu 8
Objetivos do Milênio – ODM, que no Brasil são chamados de 8 Jeitos de Mudar o
Mundo – que devem ser atingidos por todos os países até 2015.
Juntos nós podemos mudar a nossa
rua, a nossa comunidade, a nossa cidade, o nosso país.
A REDE BRASIL VOLUNTÁRIO, que
congrega centros de voluntariado de todo o Brasil, consciente da importância
desse projeto, criou este site para estimular debates e propiciar o conhecimento
e o engajamento de todos os interessados em participar de ações, campanhas e
projetos de voluntariado que colaborem com os ODM.
Aqui você encontra exemplos de
como muitos já estão contribuindo para que o Brasil alcance esses objetivos.
Para mais informações sobre os 8 Jeitos de Mudar o Mundo, entre em contato com
o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento pelos sites
www.pnud.org.br ou www.portalodm.com.br .
1. ACABAR COM A FOME E A MISÉRIA
BRASIL: Já foi cumprido o objetivo
de reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza até 2015:
de 25,6% da população em 1990 para 4,8% em 2008.
Mesmo assim, 8,9 milhões de
brasileiros ainda tinham renda domiciliar inferior a US$ 1,25 por dia até 2008.
Para se ter uma idéia do que isso representa em relação ao crescimento
populacional do país, em 2008, o número de pessoas vivendo em extrema pobreza
era quase um quinto do observado em 1990 e pouco mais do que um terço do valor
de 1995.
Reduzir pela metade, até 2015, a
proporção da população com renda inferior a um dólar por dia e a proporção da
população que sofre de fome.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Procurar informações sobre
direitos e deveres dos cidadãos, para divulgá-los na comunidade e fiscalizar os
órgãos competentes.
Atuar como capacitador
voluntário, promovendo orientação profissional para os pequenos negócios do
bairro.
Elaborar e distribuir material
orientando sobre o que é uma boa alimentação.
Organizar e promover atividades
de educação alimentar, visando o aproveitamento integral dos alimentos.
Aproveitar ao máximo os
alimentos, cuidando de sua correta conservação, usando receitas alternativas e
promovendo o não desperdício.
Fazer um Mural da Cidadania em
escolas e locais públicos. Pesquisar e divulgar ofertas de trabalho, cursos de
capacitação profissional e geração de renda e serviços à comunidade (saúde,
documentos, previdência, bolsa-família, etc).
Formar um grupo de mães de alunos
que ensinem o melhor aproveitamento dos alimentos, para evitar desperdícios.
Monitorar a merenda escolar e
comunicar qualquer irregularidade ao Conselho de Alimentação Escolar, ao
Ministério Público ou ao Ministério da Educação pelo telefone gratuito 0800 61
6161.
Buscar parcerias que ajudem a
enriquecer a alimentação oferecida por escolas e organizações sociais.
Fazer uma horta caseira e
incentivar os vizinhos e as escolas do bairro a fazerem o mesmo.
Sensibilizar supermercados,
restaurantes e quitandas para o não desperdício, informando-os sobre locais
para onde podem ser encaminhados os alimentos excedentes.
Valorizar o desenvolvimento
local, comprando e promovendo o uso de produtos do comércio solidário.
BRASIL: Os dados do 4º Relatório
Nacional de Acompanhamento dos ODM são de 2008: 94,9% das crianças e jovens
entre 7 e 14 anos estão matriculados no ensino fundamental.
Nas cidades, o percentual chega a
95,1%. O objetivo de universalizar o ensino básico de meninas e meninos foi
praticamente alcançado, mas as taxas de frequência ainda são mais baixas entre
os mais pobres e as crianças das regiões norte e nordeste. Outro desafio é com
relação à qualidade do ensino recebida.
Garantir que, até 2015, todas as
crianças, de ambos os sexos, tenham recebido educação de qualidade e concluído
o ensino básico.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Falar com os diretores das
escolas e se oferecer como voluntário, pois com certeza saberão aproveitar sua
disponibilidade.
Identificar os alunos que estão
faltando muito às aulas e incentivá-los a voltar a freqüentar a escola.
Mostrar que atividades
recreativas e esportivas também são educativas. Disciplina, respeito e
cooperação podem ser reforçados nesses momentos.
Organizar ou participar de
campanhas de doação de livros e de materiais didáticos para instituições e
bibliotecas.
Fazer e manter uma biblioteca
alegre e acolhedora, e mostrar que a leitura é um prazer.
Acolher e respeitar os alunos
especiais, além de denunciar professores e escolas que não promovam a inclusão
dos portadores de deficiências.
Identificar crianças fora da
escola e encaminhá-las para o ensino, além de denunciar o fato ao Conselho
Tutelar da cidade.
Fazer o acompanhamento de uma
criança incentivando-a e monitorando seu desempenho.
Participar do Conselho Escolar e
acompanhar o desempenho da escola.
Organizar aulas de reforço
escolar para estudantes com dificuldades de aprendizagem.
Fazer um levantamento dos
analfabetos em seu bairro e incentivá-los a freqüentar um curso de
alfabetização.
Incentivar a criação e o trabalho
voluntário em creches para crianças de 0 a 4 anos.
BRASIL: As mulheres já estudam mais que os
homens, mas ainda têm menos chances de emprego, recebem menos do que homens
trabalhando nas mesmas funções e ocupam os piores postos. Em 1998, 52,8% das
brasileiras eram consideradas economicamente ativas, comparadas a 82% dos
homens. Em 2008, essas proporções eram de 57,6% e 80,5%. A participação nas
esferas de decisão ainda é pequena. Em 2010, elas ficaram com 13,6% dos
assentos no Senado, 8,7% na Câmara dos Deputados e 11,6% no total das
Assembleias Legislativas.
Eliminar a disparidade entre os
sexos no ensino em todos os níveis de ensino, no mais tardar até 2015.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Visitar a câmara municipal,
entrevistar as vereadoras e conhecer suas propostas para ajudar as mulheres de
sua cidade.
Divulgar que existem, nas grandes
cidades, centros de atendimento para mulheres, onde elas podem denunciar a
violência e ter um acompanhamento físico e psicológico.
Identificar e divulgar novas
oportunidades de trabalho para mulheres.
Incentivar ações que estimulem as
mulheres a buscar alternativas de geração de renda.
Educar filhos e filhas para que
eles realizem, com igualdade, o trabalho do dia a dia em casa.
Não reproduzir expressões como
“isso é coisa de mulher”, que sejam contra a dignidade da mulher ou que a
coloquem em situação de inferioridade.
Denunciar casos de violência,
abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes pelo telefone gratuito
0800 99 0500 ou procurar o Conselho Tutelar da cidade. Nos casos de agressão
física e de violência sexual contra mulheres, ligar para o telefone gratuito do
Disque Denúncia da Polícia Civil 0800 84 29 99 (RN).
Não empregar crianças, para não
prejudicar seu desenvolvimento ou comprometer sua infância, e denunciar os
casos conhecidos de trabalho infantil para a Delegacia Regional do Trabalho.
Não valorizar e não comprar
produtos que explorem o corpo da mulher em sua comercialização, exigindo o
cumprimento da regulamentação publicitária e fortalecendo o senso critico da
sociedade.
Atuar em atividades em prol da
melhoria da auto-estima das mulheres, promovendo a valorização e o respeito em
todas as fases do seu ciclo de vida (infância, adolescência, gravidez,
maternidade, velhice).
Encorajar as jovens para que
busquem seu desenvolvimento socioeconômico, por meio da educação e do trabalho.
Incentivar adolescentes mães a
retomarem seu projeto de vida, combatendo qualquer situação que dificulte seu
acesso às escolas públicas.
BRASIL: A mortalidade de crianças com menos
de um ano foi de 47,1 óbitos por mil nascimentos, em 1990, para 19 em 2008. Até
2015, a meta é reduzir esse número para 17,9 óbitos por mil. A expectativa é de
que esse objetivo seja cumprido ainda antes do prazo, mas a desigualdade ainda
é grande: crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer do que as
ricas, e as nascidas de mães negras e indígenas têm maior taxa de mortalidade.
Por região, o Nordeste apresentou a maior queda nas mortes de zero a cinco
anos.
Reduzir em dois terços, até 2015,
a mortalidade de crianças menores de 5 anos.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Fazer campanhas para mostrar:
* Como as vacinas protegem o bebê;
* Como a higiene pode evitar algumas
doenças;
* Nutrição adequada para o bebê;
·
Importância do aleitamento materno.
BRASIL: Foi registrada uma redução na
mortalidade materna, desde 1990, de praticamente 50%. A Razão de Mortalidade
Materna (RMM) corrigida para 1990 era de 140 óbitos por 100 mil nascidos,
enquanto em 2007 declinou para 75 óbitos. O relatório explica que a melhora na
investigação dos óbitos de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos de idade),
que permite maior registro dos óbitos maternos, possivelmente contribuiu para a
estabilidade da RMM observada nos últimos anos da série.
Reduzir em três quartos, até
2015, a taxa de mortalidade materna. Deter o crescimento da mortalidade por
câncer de mama e de colo de útero.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Fazer campanhas sobre:
-Planejamento familiar.
-Prevenção do câncer de mama e de
colo de útero.
-Gravidez de risco.
-A importância do exame
pré-natal.
-Nutrição da mãe e aleitamento
materno.
Não se automedicar e não receitar
remédios para gestantes.
Propiciar um ambiente agradável,
afetivo e pacífico às gestantes em casa, no trabalho, no dia a dia, dando
prioridade a elas, cedendo a vez em filas, auxiliando-as em seu deslocamento e
no carregamento de pacotes.
Presentear uma grávida em
situação de desvantagem social com um enxoval para seu bebê.
Acompanhar uma gestante,
garantindo a realização do pré-natal, oferecendo transporte para as consultas e
facilitando a aquisição de medicamentos, quando necessário.
Divulgar informações sobre saúde
para gestantes e articular palestras em Postos de Saúde, Centros Comunitários e
instituições como a Pastoral da Criança.
Participar de iniciativas
comunitárias voltadas para a melhoria da saúde materna e o atendimento à
gestante (pré-natal e pós-parto).
Incentivar o debate entre a
universidade, a escola e a comunidade.
Reunir mulheres grávidas para
troca de experiências.
Incentivar a educação para
gestantes.
6. COMBATER A AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS
BRASIL: O Brasil foi o primeiro país em
desenvolvimento a proporcionar acesso universal e gratuito para o tratamento de
HIV/AIDS na rede de saúde pública. Quase 200 mil pessoas recebem tratamento com
antirretrovirais financiados pelo governo. A sólida parceria com a sociedade
civil tem sido fundamental para a resposta à epidemia no país.
De acordo com o UNAIDS, a prevalência de
HIV no Brasil é de 0,5%, com cerca de 600 mil pessoas infectadas.
Até 2015, ter detido a propagação
do HIV/Aids e garantido o acesso universal ao tratamento. Deter a incidência da
malária, da tuberculose e eliminar a hanseníase.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Fazer visitas domiciliares para
mostrar os locais que podem favorecer a dengue, principalmente no verão, época
de epidemias de dengue.
Incentivar a população a
participar das campanhas de vacinação.
Fazer campanhas de informação,
mobilização e prevenção à Aids e de outras doenças epidêmicas.
Divulgar informações sobre todas
as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), na comunidade. Orientar sobre
sintomas e busca de tratamento médico.
Fazer levantamento sobre os
serviços disponíveis – remédios, postos de saúde, centros de atendimento.
Cuidar de nossa higiene, e
incentivar e orientar que outros façam o mesmo.
Usar preservativo, exigir sangue
testado e não compartilhar seringas e agulhas, prevenindo-se do HIV.
Procurar um posto de saúde ao
identificar manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, dormentes na pele.
Hanseníase tem cura.
Doar sangue periodicamente aos hemocentros
e estimular que outras pessoas o façam.
Não deixar acumular água em
plantas, vasos, calhas, pneus, vidros e outros recipientes, evitando que surjam
focos do mosquito transmissor da dengue em casa, na rua, no bairro.
Encaminhar as pessoas com febre e
tosse persistentes ao serviço de saúde, além de orientar os portadores de
tuberculose para que façam o tratamento completo – mesmo que não apresentem
mais os sintomas da doença.
Sensibilizar familiares e amigos
a não estimularem o consumo de bebida alcoólica por crianças e adolescentes,
contribuindo para prevenir o alcoolismo e suas conseqüências.
Identificar, na família e na
comunidade, pessoas que fazem uso abusivo de álcool, encaminhando-as aos
serviços de saúde para tratamento médico e apoio psicossocial.
Incentivar o debate entre a
universidade, as escolas e a comunidade para atingir mais amplamente esse
objetivo.
7. QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AO MEIO
AMBIENTE
BRASIL: O país reduziu o índice de
desmatamento, o consumo de gases que provocam o buraco na camada de ozônio e
aumentou sua eficiência energética com o maior uso de fontes renováveis de
energia. Acesso à água potável deve ser universalizado, mas a meta de melhorar
condições de moradia e saneamento básico ainda depende dos investimentos a
serem realizados e das prioridades adotadas pelo país. O ODM 7 é considerado
por muitos como um dos mais complexos para o país, principalmente na questão de
acesso aos serviços de saneamento básico em regiões remotas e nas zonas rurais.
Promover o desenvolvimento
sustentável, reduzir a perda de diversidade biológica e reduzir pela metade,
até 2015, a proporção da população sem acesso a água potável e esgotamento
sanitário.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Fazer campanhas de uso racional
de água e energia.
Plantar árvores nas ruas é muito
importante, porém é preciso pedir licença à prefeitura e aos moradores.
Implementar a coleta seletiva nas
escolas, no condomínio ou no bairro e divulgar o benefício de produtos
biodegradáveis ou recicláveis.
Realizar mutirões de limpeza e
rearborização de praças, rios e lagos.
Contribuir com a limpeza da
cidade, praticando ações simples como não acumular lixo em casa, ruas,
terrenos, praias, rios e mares. Não jogar lixo pela janela.
Não fumar em ambientes públicos
fechados.
Utilizar a água que sobrou da
chaleira, do cozimento de ovos e da lavagem de vegetais para aguar plantas.
Armazenar água da chuva, em recipientes fechados, para lavar carros e calçadas,
economizando água – recurso natural limitado – nas ações cotidianas.
Diminuir o uso de energia
elétrica entre 6 e 9 horas da noite. Desligar aparelhos que não estão sendo
usados, economizando e evitando a falta de energia elétrica.
Economizar papel. Imprimir apenas
documentos importantes e procurar usar os dois lados da folha. O verso de uma
folha pode ser usado como rascunho, bloco de recados ou para os desenhos das
crianças.
Participar de ações de
preservação e defesa de mangues, rios e mares.
Participar de projetos sociais
para construção de cisternas e casas com esgotamento sanitário para famílias de
baixa renda, em áreas urbanas ou rurais.
Incentivar o uso de sacolas
reutilizáveis para compras.
Incentivar o uso de produtos
feitos com material reciclado.
BRASIL: O Brasil foi o principal articulador da criação do G-20 nas
negociações de liberalização de comércio da Rodada de Doha da Organização
Mundial de Comércio.
Também se destaca no esforço para
universalizar o acesso a medicamentos para a Aids.
O país é pró-ativo e inovador na promoção
de parcerias globais usando a cooperação sul-sul como veículo.
Avançar no desenvolvimento de um
sistema comercial e financeiro não discriminatório. Tratar globalmente o
problema da dívida dos países em desenvolvimento. Formular e executar
estratégias que ofereçam aos jovens um trabalho digno e produtivo. Tornar
acessíveis os benefícios das novas tecnologias, em especial de informação e de
comunicações.
SUGESTÕES DE AÇÕES:
Escolher temas de interesse comum
e promover encontros entre escola e comunidade e organizações sociais – é
fundamental continuar aprendendo coisas novas sempre.
Organizar o grêmio da escola que
pode desenvolver vários cursos como inclusão digital e geração de renda.
Divulgar o que já está sendo
feito pela comunidade, no jornal da escola, do condomínio ou do bairro– nada
melhor do que compartilhar experiências.
Convidar amigos, vizinhos,
empresas e instituições a participarem. Enquanto o seu grupo faz uma ação,
muitos outros também estão fazendo a sua parte. O sucesso de um projeto de
voluntariado depende das pessoas envolvidas e das parcerias realizadas.
Não votar em candidatos que
ofereçam, em troca de votos, favores como emprego, dinheiro, cestas básicas,
consultas médicas etc.
Fiscalizar a atuação dos
políticos, exigindo que eles cumpram as promessas de campanha.
Exercer o dever de cidadão,
participando ativamente do planejamento da cidade – por meio do Orçamento
Participativo, do Plano Diretor ou dos Conselhos Municipais.
Participar de discussões e
projetos em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs),
incentivando o engajamento de outras pessoas, organizações e empresas.
Formar parcerias com setor
público, empresas, associações e conselhos, a fim de resolver os problemas mais
relevantes do bairro.
Sensibilizar o Conselho de Bairro
para que reivindique o acesso a medicamentos seguros e a preços acessíveis.
Sensibilizar o Conselho de Bairro
para que reivindique o acesso à Internet e a outros meios de comunicação, além
de se disponibilizar para projetos de inclusão digital voltados para jovens em
situação de desvantagem social.
Promover ações voluntárias na
comunidade, contribuindo para o desenvolvimento urbano e para o alcance dos
Objetivos do Milênio.
Mais detalhes aqui: http://www.objetivosdomilenio.org.br
Mais detalhes aqui: http://www.objetivosdomilenio.org.br
segunda-feira, 21 de maio de 2012
PARAOLIMPÍADAS 2012
De 29 de
agosto a 09 de setembro de 2012 na cidade de Londres
acontecerá a 14ª edição dos jogos Paraolímpicos. E dessa vez,
com maior participação: 165 países, 19 a mais que a última
edição em Pequim 2008, participarão dos jogos. Da mesma forma, o
número de atletas também cresceu em quase 10%, com a participação
de aproximadamente 4.200 competidores.
.Em 12
anos, desde a primeira edição dos Jogos, a competição contou com
400 atletas de 23 países em oito modalidades, em Roma, Itália. A
partir de 1960, as Paralimpíadas passaram a acontecer a cada quatro
anos, com crescimento do número de participantes e aumento do nível
técnico. Desde Seul 1988 os Jogos Paralímpicos começaram a ser
realizados nas mesmas cidades e locais das Olimpíadas, uma tendência
que continuará pelo menos até 2020.
Dezesseis
países irão estrear nos Jogos de Londres: Antígua e Barbuda,
Brunei, Camarões, Comores, Djibuti, República Democrática do
Congo, Gâmbia, Guiné-Bissau, Libéria, Malawi, Moçambique, Coréia
do Norte, San Marino, Ilhas Salomão, Trinidad e Tobago e Ilhas
Virgens dos Estados Unidos.
Até o
momento, o País tem 135 vagas em 18 modalidades. As mulheres terão
peso na participação brasileira em Londres. Já são 56 e o número
deve aumentar ainda mais. O Vôlei Sentado Feminino fará sua estreia
na competição e o Basquete em Cadeira de Rodas terá representação
apenas feminina. Outra equipe formada por mulheres é a do Goalball,
prata nos Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara 2011. Também
estreante, Elaine Cunha, será a primeira mulher a representar o
Brasil na Vela.
Os
atletas paraolímpicos participarão de 15 modalidades: Atletismo,
*
Atletismo *
Basquetebol *
Bocha *
Ciclismo *
Esgrima *
Futebol de 5 *
Futebol de 7 *
Goalball
*
Hipismo *
Judô *
Levantamento de peso *
Natação *
Remo *
Rugby *
Tênis *
Tênis de mesa
*
Tiro *
Tiro com Arco *
Vela *
Voleibol
Assinar:
Postagens (Atom)




































































