terça-feira, 3 de abril de 2012

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo


.

O Dia Mundo do Autismo, anualmente em 2 de abril, foi criado pela Organização das Nações Unidas[1], em 18 de Dezembro de 2007[2], para a conscientização acerca dessa questão. No primeiro evento, em 2 de abril de 2008, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, elogiou a iniciativa do Catar e da família real do país, um dos maiores incentivadores para a proposta de criação do dia, pelos esforços de chamar a atenção sobre o autismo.
Acredita-se que a doença atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, afetando a maneira como esses indivíduos se comunicam e interagem.
O Autismo é uma síndrome que atinge quase 2 milhões de brasileiros e, ainda assim, a falta de conscientização e conhecimento das pessoas sobre o tema é um dos principais empecilhos para quem tem autismo conseguir viver melhor. Esta é a principal motivação do Instituto Autismo & Vida para promover uma série de atividades nesta semana, em Porto Alegre, em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Criar a campanha que divulga esta programação foi a forma que o Grupo DEZ Comunicação encontrou para colaborar com a causa.
Incorporando o conceito já utilizado pelo Instituto – “Diferente é o mundo que queremos”, a DEZ assina outdoor, convite, botton, banner e faixa, todos com predominância do azul, cor escolhida mundialmente para referenciar a síndrome. Além disso, a DEZ ainda criou material institucional para o Instituto Autismo & Vida.
Representantes de movimentos ligados ao autismo, junto com parlamentares defendem  a aprovação da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.  O Projeto de Lei 1.631/11, que institui a política, já teve o aval do Senado. A matéria, aprovada por unanimidade pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, segue agora para apreciação da Comissão de Seguridade Social. O relatório elaborado pelo deputado Roberto Policarpo (PT-DF) altera, entre outros pontos, o regime dos direitos no serviço público permitindo que portadores do autismo tenham flexibilidade de horário de trabalho, sem necessidade de compensação.
Segundo o relator, o projeto ajudará a derrubar o mito de que o autista vive “em outro mundo e gosta de solidão”. “Apesar das dificuldades, ele quer se comunicar e tem condições de conviver com a sociedade, longe do preconceito”, destacou Policarpo. “As escolas que alegam não ter condições de recebê-los mostram uma inversão, pois se a educação estiver bem preparada vai atingir por igual todos os estudantes”. De acordo com a vice-presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, a deputada Erika Kokay (PT-DF), as famílias não contam atualmente com apoio médico e psicológico na rede pública de saúde para o tratamento da doença.
Na noite do dia 02 de abril o monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro e o prédio do Ministério da Saúde, em Brasília, recebem luzes azuis, a exemplo do que acontece com monumentos em diversas partes do mundo, chamando atenção para a causa do autismo. O governo do DF vai disponibilizar um centro de informações sobre o autismo em seu site, permitindo que pais, professores e defensores da causa encontrem informações sobre esse tipo de doença.

Fontes:
Wikipédia
http://www.revistavoto.com.br/site/noticias_detalhe.php?id=3193&t=Pela_conscientizacao_sobre_o_Autismo

quarta-feira, 21 de março de 2012

DIA DE LUTA 2


O Dia Internacional da Síndrome de Down foi proposto pela Down Syndrome International como o dia 21 de Março, porque esta data se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21. A primeira comemoração da data foi em 2006.

A Síndrome de Down é uma alteração genética causada pela presença de um cromossomo a mais (o par 21). Por isso também é conhecida como trissomia do 21.
No passado, esses sintomas indicavam uma vida curta, entre 12 e 15 anos. Mas, com os avanços da medicina, cirurgias corretivas propiciam a melhora na qualidade de vida e o aumento da expectativa de vida, que hoje está entre 60 e 70 anos. Quanto mais precoce for a intervenção, melhor será a qualidade de vida do portador da síndrome.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de casos no país supera os 300 mil. A síndrome de Down pode atingir um entre 800 ou 1000 recém-nascidos. A variação deve-se ao fato de a incidência do distúrbio aumentar em filhos de mulheres mais velhas.

O que mudou e o que ainda pode melhorar

“Além das inovações tecnológicas, as políticas públicas foram avançando e contribuindo para a inclusão social”. Um exemplo é o Estatuto da Criança e do Adolescente, a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – de 1996 (nº 9.394/ 96), que assegura aos alunos com deficiência o direito a currículo, métodos, recursos educativos e de organização específicos para atender às suas necessidades.
Conhecida como Lei de Cotas, a lei nº 8.213, de 1991, prevê a contratação de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, o que obviamente também favoreceu as pessoas com Down. “Já em 2006, criou-se a Convenção Internacional das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, para promover, proteger e assegurar o desfrute pleno e igual dos direitos humanos pelas pessoas com deficiência”.
As Nações Unidas trabalharam por décadas para garantir o bem-estar e os direitos humanos de todas as pessoas e que esses esforços foram fortalecidos com a adoção da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência em 2006. A convenção “incorpora a mudança de paradigma no qual as pessoas com deficiência não são mais consideradas objetos de cuidados e caridade, mas pessoas com direitos iguais e que podem trazer uma grande contribuição para a sociedade dentro de seus próprios direitos.
Mas muito temos a caminhar nessa luta. Muitas coisas ainda faltam para melhorar a vida da pessoa com síndrome de Down : que elas sejam vistas como cidadãos, sem classificações dentro dos mitos relacionados à síndrome. Entre eles, pré-conceitos como a eterna infância, agressividade ou excesso de afeto, hipersexualidade. “Ainda lutamos contra essas barreiras e a superproteção das famílias que impedem a participação social dos portadores de Down ao mesmo tempo em que comemoramos a conquista de estudantes no Ensino Superior no Brasil”.
Em muitos casos, a eles é frequentemente negado o direito igual perante a lei e também o direito de voto e de ser votado. O preconceito de que crianças com a Síndrome de Down atrapalham o aprendizado de outras crianças levam pais a colocarem seus filhos em escolas especializadas ou a mantê-los em casa.
“Em muitos países, eles continuam a enfrentar o estigma e a discriminação, bem como barreiras legais, de comportamentos e ambientais que impedem sua participação em suas comunidades”.
As pessoas com síndrome de Down podem e devem se preparar para uma vida adulta, se emancipar, adquirir responsabilidades e trabalhar. Cabe a sociedade continuar ampliando as oportunidades de inclusão para eles, nos âmbitos social, escolar e profissional.
A LUTA CONTINUA!!!

http://www.netosdesalim.com.br/dia-mundial-da-sindrome-de-down.html

terça-feira, 20 de março de 2012

DIA DE LUTA


Foi no dia 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, que 20 mil pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população local negra a portar um cartão que continha os locais onde eram permitidas a sua circulação. Apesar de ser  uma manifestação pacífica e os manifestantes estarem desarmados, a polícia do  apartheid abriu fogo contra a multidão. O resultado foi a morte de 69 pessoas e mais de 180 feridos.
Em memória ao massacre, a ONU instituiu o dia 21 de março como o Dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial.
52 anos depois ainda não conseguimos eliminar o racismo no mundo. Tudo evolui na humanidade: a informação viaja em alta velocidade, inúmeras descobertas científicas salvam vidas, amplia perspectivas em todos os sentidos, trazem novas esperanças, não conseguimos eliminar essa chaga da humanidade. Desse modo, precisamos continuar, todos os dias, buscando sem qualquer tipo de preconceito, e com direitos iguais para todos, sem exceção. A LUTA CONTINUA!!!